terça-feira, 5 de março de 2013

Cientista podem ter identificado nascimento de planeta gigante


Utilizando um telescópio do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em Inglês) pesquisadores observam o que pode ser a primeira visão direta do “nascimento” de um planeta. Cientistas, afirmam que um disco de gás e poeira próximo a uma estrela jovem, chamada HD100546, pode estar envolvendo o planeta gigante que está em formação.
Se acaso a descoberta for confirmada, vai ajudar a entender melhor a formação de planetas, dizem os pesquisadores. A estrela HD100546 se encontra a 335 anos-luz de distancia da Terra, e o planeta em formação tem grandes chances de ser um gigante gasoso a sim como júpiter, segundo dados do ESO.
Concepção artística mostra planeta em formação envolto por disco de poeira e gás (Foto: Divulgação/L. Calçada/ESO)
-“Até agora, a formação de planetas tem sido tópico desenvolvido essencialmente por simulações de computadores”, disse o pesquisador Sascha Quanz, líder do estudo que descobriu o “PROTOPLANETA”.
-“Se a nossa descoberta for confirmada como realmente um planeta em formação, então pela primeira vez os cientista poderão estudar de forma empírica o processo de formações planetárias e a interação entre um planeta em formação e o seu meio circundante deste a fase primordial”, afirmou Sascha Quanz.

Imagem do telescópio Hubble mostra a nuvem de
poeira ao redor da estrela HD100546. O ponto
laranja identifica planeta em formação (Foto:
Divulgação/Ardila/ESO/Nasa/ESA)
O possível “Candidato” a planeta foi identificado como uma tênue mancha no disco de gás e poeira, através de imagens feitas pelo Telescópio (Very Large Telescópio ou VLT em inglês, do ESO, e claro pelo mais famoso dos Telescópios, “Hubble”, da agencia espacial America NASA.
Segundo cientistas, varias características do disco situado em torno de estrela respaldam a hipótese de haver ali um planeta em formação. Estruturas no disco de poeira que devem ter sido causadas pela interação com o corpo celeste em formação foram detectadas.
Alem disso, há regiões em vota do “protoplaneta” que estão sendo aquecidas, é provável pelo processo de formação planetária.
Apesar da possível descoberta, pesquisadores pedem cautela, no entanto, ressaltam que para afirma com que o planeta está realmente em formação é necessário realizar mais observações

sábado, 5 de janeiro de 2013

TELESCÓPIO DETECTA PLANETA ALIENÍGENA A 33 ANOS-LUZ DA TERRA


A agência espacial americana “NASA” divulgou ilustração do candidato a exoplaneta. Cientista buscam  cada vez mais, corpo celestes com condições de sobrevivência de outra espcie.

 

Um planeta que agora está conhecido como, “planeta alienígena”, que tem apenas dois terços do tamanho da Terra e é considerado um dos menores já registrados pelos cientistas, fui descoberto pelo telescópio espacil Spitzer, da agencia (Nasa EUA), uma ilustração dele foi divulgada nesta quarta-feira (18-07), pela instituição dos Estados Unidos.

O nome cientifico é UCF-1.01, essa candidato a exoplaneta orbita em uma estrela chamada GJ 436, localizada a 33 anos-luz de distância. A identificação de planetas próximos ao Sol, e pequenos, e auxiliam nas pesquisas para encontra, quem sabe algum dia, um exoplaneta parecido com a Terra e que seja habitável aos seres humanos.
Atualmente, são conhecidos mais de 700 exoplanetas. Essa contagem começou no ano de 1995, quando fui encontrado o primeiro planeta que gira ao redor de uma estrela diferente do Sol, foi de desvendado.
Ilustração do candidato a exoplaneta UCF-1.01, encontrado pelo telescópio Spitzer, da Nasa. (Foto: Nasa/Reuters)

TELESCÓPIO CAPTA AGLOMERADO DE ESTRELAS A 7.200 ANOS-LUZ DA TERRA

Imagem tirada pelo Telescópio Hubble, e fui divulgada pela Nasa, mostra aglomerado denominado M4.

Região concentra dezenas de milhares de estrelas.

Imagem feita pelo telescópio Hubble e que foi divulgada nesta sexta-feira (7) pela agência espacial americana, a Nasa, mostra o centro do aglomerado globular M4, que concentra dezenas de milhares de estrelas e está a 7.200 anos-luz de distância da Terra. (Foto: ESA/Nasa)Imagem divulgada nesta sexta-feira (7) feita pelo telescópio Hubble, operado pela agência espacial americana, a Nasa, mostra o centro do aglomerado globular M4, que concentra dezenas de milhares de estrelas, principalmente anãs brancas, e está a 7.200 anos-luz de distância da Terra. (Foto: ESA/Nasa)

TELESCÓPIO ESPACIAL HUBBLE DIVULGA IMAGEM DE GALÁXIA ANÃ

UCG 5497 fica aproximadamente 12 milhões de anos-luz da constelação Ursa Maior. Imagem mostra galáxia anã compacta azul repleta de grupos de estrelas.

O telescópio Hubble, projeto da grande NASA e da Agência Espacial Européia (ESA, na sigla em inglês), capturou uma imagem da galáxia anã UCG 5497, que está a cerca de 12 milhões de anos-luz de distância da constelação Ursa Maior.
Telescópio Hubble divulga imagem de galáxia anã
A imagem foi divulgada pela NASA quarta-feira (20-06). Mostrando a galáxia anã compacta azul repleta de grupos de estrelas. O que faz a galáxia ter o tom azulado é devido às brilhantes estrelas azuis que surgem nestes aglomerados, que por sua vês, tem duração de vários milhões de anos até que os astros de rápida combustão explodem como supernovas.

Essa galáxia (UGC 5497) é considerada parte do grupo de 81 M, que se tornou uma área de pesquisa do telescópio em Hubble de 2008, quem tem como objetivo, procurar novas candidatas a galáxias anãs.

NASA DIVULGA IMAGEM DO OCEANO ÁRTICO


Satélite de monitoramento polar deu 15 voltas no globo terrestre para fazer a foto. Além de mostrar o Ártico, também pode ser vista partes da Grã-Bretanha, Ásia e do Saara.

Satélite da NASA mostra Oceano Ártico
O satélite que capturou a imagem foi o polar S-NNP. Lançado em 28 e outubro de 2011, circulou nosso planeta 15 vezes para pegar informações visuais suficiente para esta imagem. À esquerda, pode ser visto parte da Inglaterra e da Irlanda, além de vastas áreas secas da Ásia e do Saara africano (parta inferior).

CIENTISTAS DA NASA DETERMINAM DATA DE COLISÃO DA NOSSA GALÁXIA COM OUTRA, NOSSA VIZINHA.





Calma pessoal, não é assim tão assustadora, e que a nossa galáxia, conhecida como Via Láctea, de certa forma esta sim, em rota de colisão frontal com a nossa vizinha Andrômeda, mas a batida só deve acontecer daqui 4 bilhões de anos, segundo astrônomos da NASA. E claro se o mundo sobreviver a 2012, (Que eu acredito que vai), também deve sobreviver ao impacto: segundo os cientistas, a Terra provavelmente não vai ser destruída, mas o nosso Sistema Solar deve ser lançado para outras partes de nossa galáxia.

Via Láctea
Essa descoberta entre a Via Láctea e Andrômeda já era conhecida há muitos anos. Mas não é a nossa galáxia que está se movendo, e sim nossa vizinha e quem esta vinda em nossa direção, a mais de 400 mil quilômetros por hora, (velocidade, que daria para chegar à Lua em uma hora). Mas os cientistas não sabiam ao certo se isso iria gera uma colisão, de leve ou se Andrômeda passaria pertinho, sem nos atingir.
Galáxia Andrômeda
Agora, segundo cientista as duas galáxias vão se colidir sim, e com data marcada: em 4 bilhões de anos. A partir daí, elas vão se unir em apenas um; Outro processo que deve demorar outros 2 bilhões de anos.

Devido uma estrela ficar muito longe uma das outras, elas não deve colidir entre si. No entanto, serão lançadas para órbitas diferentes. Segundo as simulações feitas pelos astrônomos. Já o nosso Sistema Solar deve ser lançado para uma área muito mais distante do centro da galáxia do que a que se encontra hoje.

Após a batida entre as 2 galáxia Via Láctea e Andrômeda, outra colisão está prevista, com a galáxia do Triângulo. Existe ainda uma pequena chance de que Triângulo acerte a Via Láctea antes mesmo de Andrômeda. Quando tudo isso tiver terminado, as três se tornaram apenas uma galáxia.

Galáxia Triângulo

 
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